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Câncer de pele: Aprovada imunoterapia no Brasil para tratamento de tipo Merkel avançado

27 de junho de 2018

Foi aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) o imunoterápico avelumabe para tratamento do câncer de pele tipo Merkel avançado.

Esta indicação foi baseada no estudo fase II JAVELIN Merkel 200. Este é um estudo de braço único, dividido em duas partes, que avaliou pacientes tratados com o anticorpo monoclonal anti-PDL1 avelumabe, após progressão a um esquema de quimioterapia (parte A) ou como primeiro tratamento sistêmico (parte B). No último congresso da Sociedade Americana de Oncologia Clínica (ASCO 2018), foram atualizados os dados da parte A deste estudo. Com seguimento mediano de 23,0 meses, a taxa de resposta foi de 33%, com 11,4% de respostas completas. A sobrevida livre de progressão (SLP) estabilizou-se em um platô de 29% nos seguimentos de 12 e 18 meses.

A taxa de sobrevida global (SG) mediana atingida foi de 12,6 meses, com 36% de sobrevida aos 24 meses. Os dados em primeira linha têm um seguimento menor (5,1 meses), mas já pode se verificar uma alta taxa de resposta (62%), e 83% dos pacientes estavam vivos e sem progressão de doença aos 6 meses. A toxicidade observada foi similar aos outros inibidores de checkpoint anti-PD1 e anti-PDL1.

Fonte: Manual de Oncologia Clínica do Brasil (MOC)

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