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Outubro Rosa: é tempo de aprender mais sobre o câncer de mama

8 de outubro de 2018

Os seios têm uma ligação forte com a feminilidade e a maternidade.

Quando o câncer de mama é diagnosticado, é como se uma bomba caísse no colo das mulheres, especialmente porque, além da preocupação comum a outros tipos de tumores, surge a insegurança em relação à vaidade e à sexualidade.

Infelizmente, esse tipo de carcinoma é um dos mais comuns em todo o mundo. No Brasil, é o mais frequente entre as mulheres: mais de 50 mil casos novos a cada ano. Existem casos em homens, mas a frequência é bem menor, cerca de 50 a 100 vezes menor que a observada em mulheres.

ANATOMIA

A arquitetura da mama foi programada para a amamentação. O leite é produzido pelas células que revestem os lóbulos, estruturas arredondadas que desembocam nos ductos mamários e levam o leite até o bico do seio, também chamado de papila mamária. A pele mais pigmentada que circunda a papila é a aréola.

Em cerca de 60% a 70% dos casos, as células do câncer de mama dependem do hormônio feminino estrógeno para crescer. Embora imprevisível, a evolução da doença costuma primeiro comprometer os linfonodos próximos da mama e, mais tardiamente, os tecidos distantes. Os órgãos pelos quais as células malignas têm predileção costumam ser ossos, pleura, pulmões, fígado ou linfonodos situados à distância na cavidade abdominal, tórax, pele e cérebro. Teoricamente, entretanto, qualquer estrutura pode ser invadida.

Célula cancerosa com receptor de estrógeno dentro do núcleo e citoplasma. Note que o estrógeno circulante entra na célula, liga-se ao receptor que está dentro do núcleo, interage com o DNA da célula e estimula o seu crescimento.

O câncer de mama é um dos tipos mais curáveis da oncologia, e sua chance de cura depende muito do seu estágio.

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