O alcoolismo degenera o corpo e afeta o tratamento do câncer

A Relação entre Alcoolismo e Tratamento do Câncer

O tratamento do câncer é uma parte muito importante para o paciente se livrar dessa doença e obter uma melhor qualidade de vida.
Sendo assim, os pacientes devem seguir à risca o que é aconselhável de se fazer durante esse processo que é bastante delicado.
Há muitas pessoas com vícios em bebidas que durante o tratamento utilizam o álcool como uma escapatória.
Mas, isso é uma péssima decisão, visto que o álcool pode aumentar ainda mais o risco de outros tipos de câncer se desenvolverem.
Durante a quimioterapia, não há um limite seguro que um paciente pode ingerir bebidas alcoólicas.
Veja mais sobre isto abaixo.

Beber álcool durante tratamento do câncer não é uma boa opção

Fazer a ingestão de álcool aumenta muito a chance de desenvolver tumores.
E isso não é só para quem é alcoólatra, qualquer dose ingerida durante o tratamento tem a capacidade de fazer com que certos tipos de câncer se desenvolvam.
Para quem não sabe, o álcool pode causar risco de aparecimento de:
⦁ Câncer de boca;
⦁ Garganta;
⦁ Esôfago;
⦁ Fígado;
⦁ Intestino;
⦁ Mama.
Há indícios também que o álcool gera o câncer de estômago e de pâncreas.

Evite o consumo de álcool caso esteja passando por um tratamento do câncer
Evite o consumo de álcool caso esteja passando por um tratamento do câncer

Isso porque toda bebida alcoólica tem um potencial cancerígeno. Sendo assim, não há uma escala das piores ou melhores. O que há apenas é a quantidade de álcool presente.
Então, o risco de aumentar a probabilidade de se desenvolver um tumor é proporcional a quantidade de álcool consumida por uma pessoa.

Tipo de bebida e a relação com o câncer

O álcool é o termo comum usado para falarmos do etanol ou álcool etílico.
Sendo assim, essa é uma substância que pode ser encontrada nas bebidas a partir da fermentação de:
⦁ Açúcar;
⦁ Amido;
⦁ Leveduras.
Na comunidade científica há um consenso que indica que o alcoolismo pode provocar o câncer.
O etanol é o responsável por produzir esse efeito sobre as células, ainda, quando ele chega no intestino, esse elemento age como um solvente e facilita a entrada de outras substâncias carcinogênicas para dentro da célula.
Quem ainda bebe e fuma, triplica as chances desse aparecimento. Um paciente que já tem o diagnóstico e precisa fazer o tratamento do câncer, corre ainda mais riscos.

Os tipos de bebida que causam câncer
Alguns tipos de bebida alcoolica aumentam as chances do desenvolvimento de tumores

Veja abaixo a relação entre o álcool e o câncer:
⦁ Esôfago: a bebida faz com que os riscos de câncer nessa área apareçam 3 vezes mais do que se a pessoa não bebesse. Esse dado é referente a bebida leve. Para as mais pesadas, o risco é 5 vezes maior.
⦁ Fígado: com o consumo prolongado, dois tipos de câncer podem surgir: hepatocelular e colangiocarcinoma intra-hepático. Sendo assim, o risco do fígado adoecer é dobrado.
⦁ Mama: nas mulheres, ainda que haja pouca ingestão, as chances de aparecerem câncer nessa região por decorrência do álcool acaba sendo forte.
⦁ Colorretal: o consumo moderado pode fazer um aumento de 1,2 a 1,5 de chances de um câncer aparecer nessa região se comparado com as pessoas que não bebem.

De que modo o álcool afeta o tratamento do câncer?

Ainda não se conhece realmente o motivo por trás do aumento de chances de desenvolvimento de um câncer por conta da bebida.
O que se sabe é que existem inúmeras maneiras desse aumento acontecer. Algumas delas você pode observar abaixo:
⦁ Metabolizar bebida alcoólica em acetaldeído. Este, é uma química tóxica e que provavelmente pode ser uma das causas pelas quais o câncer pode aparecer, pois isso acaba danificando o DNA e as proteínas;
⦁ Produção de substâncias reativas de oxigênio que podem gerar danos ao DNA, proteínas, e lipídios por meio de um processo de oxidação;
⦁ O álcool pode prejudicar a capacidade que o organismo possui de fazer a quebra e absorção de nutrientes.
⦁ O álcool também pode ser responsável por elevar o nível sanguíneo de estrogênio, um hormônio que tem associação ao risco de câncer de mama.
Ainda, durante a fase de fermentação e produção da bebida, vários elementos que causam contaminação cancerígena podem acabar sendo introduzidos nesse processo.
Há muitas notícias que dizem que o álcool ajuda a combater o câncer, no entanto essas afirmações acabam não sendo totalmente compreendidas e acabam sendo derrubadas pelos malefícios, que podem ser maiores do que os benefícios.
Além disso, o gene de uma pessoa já pode ter uma tendência ao aparecimento de tumores.
Sendo assim, isso combinado ao fato do consumo de bebidas que levam álcool, acaba não sendo uma boa junção.

Prestar atenção no corpo

O motivo é porque um modo que o corpo encontra para metabolizar o álcool é por meio das atividades de enzimas ADH que é responsável por fazer a conversão do etanol no metabólito carcinogênico acetaldeído.
Essa conversão acontece, em especial, no fígado.
Há estudos também que registram o aparecimento de acetaldeído na cavidade oral.
Dessa forma, a melhor maneira de prevenir isso é fazendo com que o consumo de álcool não mais aconteça.
Estudos envolvendo essa correlação entre bebida e câncer analisaram que o risco de aparecimento dessa doença vai diminuindo depois que a pessoa para de consumir álcool.

O alcoolismo afeta o tratamento do câncer e prejudica a saúde
O corpo emite sinais de desgaste quanto ao consumo de álcool e é preciso estar atento a eles

Os estudos se concentraram em especial na cabeça, pescoço e esôfago.
O estudo teve como propósito mostrar que a redução desses riscos não é algo que acontece imediatamente, no entanto, a longo prazo essa chance vai diminuindo.
Porém, para que se chegue num nível de uma pessoa que nunca bebeu pode levar alguns anos.
Para os pacientes que terminaram de fazer o tratamento do câncer é aconselhável que se mantenha uma vida saudável na alimentação e restringindo o consumo de bebidas alcoólicas.

Conclusão

Vimos então que o álcool pode atrapalhar o  tratamento do câncer e ainda aumentar os riscos de aparecimento de mais.
É importante que os pacientes sempre se mantenham informados sobre os fatores que podem fazer com que eles desenvolvam doenças e complicações.
Então, no caso de pessoas que já têm um histórico familiar de membros com câncer, o cuidado deve ser redobrado.
Sendo assim, manter-se longe de produtos cancerígenos é essencial para prevenir o aparecimento da doença.
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A quimioterapia pode assustar muitas pessoas que são diagnosticadas com câncer

6 Mitos E Verdades Sobre a Quimioterapia

A quimioterapia de cara assusta muitas pessoas que são diagnosticadas com câncer.

E ainda que essa seja uma doença muito comum, muita gente ainda tem dúvida, pois falta informação sobre o tratamento.

Sabemos que a quimio é bastante agressiva ao corpo e que a maior parte dos pacientes apresentam efeitos colaterais à medicação.

No entanto, esse é um dos principais tratamentos para eliminar o câncer.

Por se tratar de algo que emana muitas dúvidas, muitas pessoas sentem insegurança quanto a esse tratamento.

Sendo assim, viemos trazer à tona 6 mitos e verdades sobre a quimioterapia que podem tirar alguma dúvida que você tenha em relação a este assunto.

Alguns Mitos e Verdades

Primeiramente, antes de mais nada, é preciso entender o que é a quimioterapia de verdade.

A quimioterapia se trata de um tratamento que é administrado no paciente por meio de medicação intravenosa ou oral.

O câncer é uma junção de várias doenças e enfermidades, sendo assim, acaba sendo necessário reunir vários elementos químicos para combatê-lo.

Esses medicamentos são feitos para cada caso diferente. Portanto, o que determina o efeito colateral de um tratamento é o tipo de medicação que ele recebeu.

Sabendo disso, então vamos partir para o esclarecimento dos mitos e verdades.

1. O cabelo cai

Um dos fatores que mais causam medo nas pessoas quando o diagnóstico do câncer é feito é a queda de cabelo causada pelo tratamento.

No entanto, nem sempre isso é regra. Sendo assim, esse é um dos mitos sobre a quimioterapia.

Como dissemos, cada medicamento aplicado tem uma formulação diferente. Sendo assim, há alguns que não apresentam esse efeito.

Portanto, o paciente acaba mantendo seu cabelo em grande parte dos tratamentos.

E ainda para aqueles casos em que há queda, ela acaba sendo temporária. Assim, com o fim do tratamento ele volta a nascer.

Então o que podemos dizer aqui é que a queda de cabelo não é uma certeza e sim uma possibilidade que pode vir a acontecer ou não. O importante é consultar o médico acerca do medicamento aplicado e seus efeitos.

2. A pessoa engorda

Um dos mitos que envolvem o tratamento de quimioterapia é que o paciente ganha peso.

Novamente, esse é  um efeito que varia com o medicamento. Caso o medicamento que o paciente esteja recebendo proporcione esse efeito colateral, cabe ao médico fazer um acompanhamento para que isso não interfira no organismo.

Quando há um aumento de peso, a causa deve ter uma investigação, pois geralmente ela não tem ligação com a quimioterapia.

Sendo assim, pode ter a ver com distúrbios hormonais, sedentarismo e outra série de fatores.

3. Terapia alternativa é melhor

Esse é um mito muito comum na comunidade defensora de tratamentos alternativos.

O que podemos dizer é que não há comprovação científica quanto a essa teoria ser eficaz.

É desaconselhável que o paciente interrompa a quimioterapia em detrimento de uma terapia alternativa
É desaconselhável que o paciente interrompa a quimioterapia em detrimento de uma terapia alternativa

Sendo assim, a quimioterapia não pode ser substituída de maneira alguma por tratamentos alternativos em nenhum momento da vida do paciente.

Para que possa se livrar do câncer, é necessário que o paciente inicie e termine toda a medicação.

4. Quimioterapia causa infertilidade

Esse é um mito até um certo ponto. Isso porque há casos em que a quimioterapia pode sim causar infertilidade.

Como todos os itens aqui falados anteriormente, essa também não é uma regra. É muito importante que o paciente converse com seu médico sobre todos os efeitos colaterais possíveis do medicamento escolhido.

Caso a chance de infertilidade apareça, uma alternativa é o congelamento de espermatozóide ou óvulo.

5. O câncer não tem cura

Talvez este seja o maior mito sobre o tratamento da quimioterapia. Muitas pessoas por falta de informação acabam dizendo que o câncer não tem cura.

No entanto, isso não é  verdade. Muitas pessoas já venceram o câncer graças ao tratamento feito pela quimioterapia.

Apesar dos medicamentos serem bastante fortes e que para combater o câncer totalmente leve algum tempo, dizer que não é possível ficar curado é um grande mito.

6. A quimioterapia precisa de acompanhamento frequente

Sim, essa é uma das verdades sobre o tratamento de câncer. Uma vez que você começou a fazê-lo, você deve fazer um acompanhamento junto ao seu médico.

Como a maior parte das medicações apresentam algum tipo de efeito colateral, acaba sendo necessário que o paciente realize consultas de maneira regular e faça exames de sangue com frequência.

Isso irá permitir que o médico consiga fazer o monitoramento de todas as etapas do tratamento e, assim, poder solucionar as reações que acabam sendo indesejadas.

O médico é necessário em absolutamente todas as etapas para que possa verificar o  estado do paciente, se o medicamento está fazendo efeito, se ele pode combater algum tipo de efeito colateral, se será necessário mudar a medicação, enfim.

O tratamento do câncer é realmente assustador para quem nunca teve que lidar com isso de perto.

Muitas pessoas se desesperam e acham que não existem mais saídas para elas.

No entanto, além do acompanhamento de um bom profissional e ter um bom hospital, é preciso antes de mais nada, ter esperanças.

Somente assim o paciente poderá levar seu tratamento para frente sem maiores complicações. O emocional de quem tem o diagnóstico de uma doença assim sempre fica abalado.

Portanto, é necessário se fortalecer, se informar, conversar com seu médico e tirar todo tipo de dúvida somente com ele. 

É muito importante que o diálogo e comunicação entre paciente e médico se mantenham estabelecidas durante esse processo.

Conclusão

Por fim, vimos então o que é a quimioterapia e quais foram os maiores mitos e verdades que rondam esse tratamento.

É muito importante que o paciente diagnosticado com câncer não fique procurando informações na internet.

Isso porque a internet não é uma fonte segura de informações e ela pode acabar abalando o emocional de quem está do outro lado da tela.

 

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O sistema capelli impede a queda de cabelos dos pacientes que passam por quimioterapia

Sistema Capelli: Quimioterapia sem queda de cabelo

 Você já ouviu falar sobre o Sistema Capelli? Muitas pessoas que receberam o diagnóstico de câncer, se preocupam logo com o processo de tratamento da doença, principalmente com a queda de cabelo.

Lógico que todo o processo para a cura do câncer é bem trabalhoso e cansativo e bastante incômodo para quem o faz, mas uma coisa que sempre preocupa, principalmente as mulheres, é a queda dos fios.

Isso porque um dos efeitos da quimioterapia é esse, e ele deixa a autoestima de quem enfrenta a doença, muito pior.

Pensando em contornar esse problema é que foi criado um método revolucionário. Veja abaixo!

Contra Queda de Cabelo na Quimioterapia

Uma das primeiras preocupações quando a quimioterapia é feita é sobre ter que raspar o cabelo por conta da queda.

No entanto, a ciência e a tecnologia evoluíram demais e proporcionaram aos pacientes uma nova maneira de encarar a doença sem ter que passar pelo trauma de raspar o cabelo.

Ter a autoestima conservada enquanto todo esse processo sofrido acontece é muito importante para que o paciente continue seu tratamento de maneira positiva.

Isso porque além de lidar com todos os efeitos colaterais causados pela quimio, muitas pessoas também desenvolvem depressão por conta da imagem e da situação delicada em que se encontram.

Como dissemos, a tecnologia e ciência andam juntas e pensando em retardar esses efeitos é que foi criado o Sistema Capelli.

Antes, passar pela quimioterapia também carregava o trauma de perder cabelos
O sistema capelli impede a queda de cabelos dos pacientes que passam por quimioterapia

A finalidade da touca acaba sendo mais estética do que outra coisa. Isso porque a quimioterapia pode abalar a mente do paciente e o deixa mais fragilizado tanto em sua saúde como em seus pensamentos.

A aparência ajuda muito para que a pessoa se sinta motivada e assim, para que mantenha seu psicológico fortalecido.

O que é a Touca Hipotérmica?

Para entender melhor o que é e como funciona a touca, falaremos um pouco mais detalhadamente sobre ela.

O Sistema Capelli desenvolveu a touca hipotérmica. Essa touca é feita de plástico e contém em seu interior um gel térmico que pode atingir a temperatura de -20°C.

Ela age com o princípio da vasoconstrição que vai abaixando a temperatura dos vasos sanguíneos para fazer com que a circulação de sangue no local seja menor.

A touca térmica do sistema capelli impede a queda de cabelos durante a quimioterapia
A touca hipotérmica do sistema capelli impede a queda de cabelos durante a quimioterapia

Desse modo, a quantidade de medicação da quimioterapia que chega até as células capilares acaba sendo menor, e isso faz com que a perda de cabelos seja diminuída.

A touca funciona da seguinte forma:

30 minutos antes de iniciar a quimioterapia os pacientes já devem ter colocado a touca;

Como só há eficácia da touca quando ela se mantém gelada, é necessário fazer a troca da mesma a cada meia hora;

O paciente deve permanecer com a touca na cabeça de 30 min até algumas horas após a quimioterapia ter sido finalizada;

Todo mundo pode fazer uso da touca?

Infelizmente, a resposta é não. Por mais que não tenha nenhum efeito colateral, a eficiência da touca não é para todo mundo.

O importante é que o paciente cheque com seu oncologista se está tudo bem usar a touca para combater a queda de cabelo.

O médico então fará a avaliação e dependendo do remédio e da quantidade de doses que serão aplicadas no tratamento é que se poderá responder se a touca será ou não eficaz.

Pacientes que possuem câncer no couro cabeludo ou no sangue, não tem indicação para o uso da touca.

O método funciona?

Muitas clínicas hoje em dia fazem uso deste tratamento em seus pacientes.

O que estudos puderam indicar é que a touca faz a preservação de 50 a 80% dos fios capilares.

Sendo assim, a perda de cabelo se reduz a 30%.

Segundo a empresa criadora do produto, o cabelo ainda cairá pois a touca não é 100% eficiente, mas, a redução de queda comparado ao não uso da mesma é inegável.

O que a touca faz no couro cabeludo é apenas impedir uma queda brusca dos fios. Sendo assim, o paciente pode perceber que os fios caem de maneira homogênea sem que haja buracos ou falhas em um só lugar.

Assim, fica quase imperceptível dizer que o cabelo está caindo de fato.

A touca hipotérmica não manterá a saúde dos fios da mesma forma que antes de começar a quimioterapia.

Então, o paciente deve ter noção que o cabelo ficará:

Mais fino;

Sem muito brilho;

Muito mais ralo.

Porém, o tratamento ainda vale a pena pois preserva os fios na cabeça evitando que a pessoa fique careca.

Outro ponto que é preciso se atentar é que como a touca é feita para o couro cabeludo, outras partes do corpo como cílios, sobrancelhas e outros pelos, cairão.

O tratamento dói?

O tratamento causa um pouco de incômodo nos pacientes, em especial quando estão na fase inicial.

Isso porque, por se tratar de uma temperatura muito fria, os pacientes ficam incomodados com a temperatura.

Tanto que a recomendação para quando vierem fazer o tratamento é que usem pelo menos dois cobertores e venham bem agasalhados.

No início pode haver uma dor de cabeça, mas com o tempo os pacientes vão se acostumando ao tratamento.

O tratamento exige cuidados depois de finalizados, como:

Não manusear os fios;

Evitar lavar por uma semana;

Não usar secador ou chapinha;

Não usar nenhuma química.

Cada sessão tem um valor médio de R $200 a R $300 e pode ser encontrada em hospitais particulares ou clínicas especializadas.

Conclusão

Como vimos, o Sistema Capelli é muito importante durante o tratamento da quimioterapia para aquelas pessoas que desejam preservar o seu cabelo.

Deve-se manter a autoestima durante esse processo pois isso é algo muito importante para quem enfrenta a doença.

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Entre as principais doenças que o gastroenterologista é responsável é o câncer de estômago

O Que Faz um Gastroenterologista?

Consultar um gastroenterologista é muito importante de tempos em tempos para que nós possamos saber como anda nossa saúde por dentro do nosso corpo.

Mas você sabe o que essa especialidade médica trata?

Muitas pessoas ficam confusas com o nome aplicado a modalidade e a maioria conhece essa área como “gastro“.

Sendo assim, um gastro é um profissional especializado em tratamento de doenças ou em qualquer alteração do trato gastrointestinal que vai da boca ao ânus.

Dessa forma, esse profissional é fundamental para tratar as doenças que aparecem e tem relação com a digestão, dores no estômago, entre outros sintomas.

Quer saber quando é a hora certa de agendar uma consulta? Então veja a seguir.

O Que é um Gastroenterologista?

O gastroenterologista, como dissemos, é o profissional que trata a aparição de doenças digestivas. Sendo assim tratam:

Cólicas intestinais;

Prisão de ventre;

Diarreia;

Dores estomacais;

Vômitos;

Gases;

Refluxo;

Entre outras.

Os profissionais desta área podem trabalhar tanto em hospitais quanto em clínicas.

Sendo assim, atendem pacientes através das consultas, fazem exames, receitam remédios e orientam o paciente sobre como manter então sua saúde em dia e o bom funcionamento dos órgãos.

Dentro desta área da medicina há outras ramificações que se dedicam no tratamento de outras especialidades, como a hepatologia, proctologia e a endoscopia digestiva.

Além disso, o gastroenterologista tem responsabilidade por áreas que não são consideradas suas especialidades médicas no Brasil mas que possuem relação direta com a gastrenterologia e necessitam de um profissional com formação acadêmica a mais.

Quando eu devo procurar um gastroenterologista?

Quando a pessoa sentir algum sintoma que envolve os órgãos que possuem ligação à digestão, como por exemplo:

Esôfago;

Estômago;

Intestino;

Pâncreas;

Fígado.

Portanto, quando há sintomas de enjoo, dores, diarréias, aumento da barriga, queimação no estômago, entre outros incômodos é que passa a ser indicado a consulta com o especialista.

Quais Doenças São Tratadas pelo Gastro?

Há uma variada lista de problemas que um gastro pode tratar, veja abaixo.

Refluxo

O refluxo é algo que incomoda bastante e provoca muitas dores, azias e queimação.

Ele aparece por conta de uma disfunção na conexão entre o esôfago e o estômago. Desse modo, o conteúdo presente no estômago e que tem uma acidez alta se comparada a outros órgãos, acaba retornando para o esôfago.

A gastroenterologia possui responsabilidade por áreas que não são consideradas suas especialidades no país
A gastroenterologia possui responsabilidade por áreas que não são consideradas suas especialidades no país

Assim, lesões no tecido acabam acontecendo e os sintomas já citados começam a aparecer.

Gastrite

Os médicos definem a gastrite como uma irritabilidade que acontece na parede do estômago. Ela acontece por conta do aumento dos ácidos gástricos que acabam corroendo a parte que protege o órgão.

Assim, esse ácido permite que lesões comecem a aparecer nesse tecido.

Úlcera gástrica

Esse problema é uma lesão mais grave na parede do estômago e pode acontecer por várias razões diferentes.

O primeiro motivo e mais comum é o agravamento da gastrite. Outra é o aparecimento da bactéria H.pylori que vai gerando danos na mucosa do estômago.

Quando a úlcera se faz presente, um dos principais sintomas é gerar dores agudas e ter a sensação de queimação de modo intenso.

Pedra na vesícula

A gastroenterologista também cuida da cristalização de sais biliares chamados popularmente de pedras.

Ela pode provocar muitas dores na parte do abdômen e também o aparecimento de vômitos depois das refeições.

Quando há crises agudas desse problema, as pedras podem fazer com que os órgãos sejam rompidos. 

Então é preciso ter bastante atenção quando sua presença é detectada.

Hepatite e cirrose

Podendo ter origem viral, autoimune, de medicamentos ou alcoólica, a hepatite também pode ser cuidada pelo gastroenterologista.

Assim como também a cirrose, que pode ter uma causa crônica ou provocada pelo alcoolismo.

Os sintomas mais comuns para a detecção dessa doença são os olhos amarelos, urina com cor escura, fezes claras e o abdômen mais inchado.

Quais são os exames mais comuns desta área?

Para fazer o diagnóstico de algumas doenças, o gastroenterologista possui alguns exames específicos.

Um desses exames é a endoscopia digestiva.

Este, é um exame que tem a capacidade de avaliar a mucosa do esôfago, estômago e duodeno.

Sendo assim, ela é realizada por meio de um tubo flexível em que em sua ponta, possui um chip que faz a captura de imagens do sistema digestivo por meio de uma mini câmera.

Com esse exame, é possível obter o diagnóstico para as seguintes doenças:

Gastrite;

Esofagite;

Tumores;

Sangramentos;

Hérnia de hiato;

Câncer de estômago.

Assim, outro exame também muito comum é o de colonoscopia, em que permite que o médico avalie o intestino grosso.

Aqui, o colonoscópio, que é um tubo flexível que possui até 185 cm, que vai do ânus até o início do cólon e o fim do intestino delgado, analisa todo o seu interior.

Esse exame só é preciso ser feito quando algum teste radiológico não consegue dar informações o suficientes sobre o estado do paciente.

Assim, ela tem como finalidade ser usada como um meio para concluir diagnósticos, como também para tratamento de algumas doenças que se localizam no cólon e no reto.

Então, outro exame comum entre os gastroenterologistas é o exame de pHmetria.

Nele, o médico consegue fazer toda uma avaliação sobre o retorno do material ácido retido no estômago para o esôfago num período de 24 horas.

O gastroenterologista é o especialista indicado para pedir exames e tratar doenças ligadas a boca e ânus
O gastroenterologista é o especialista indicado para identificar doenças em sua área

Sendo assim, o exame consegue identificar se o refluxo foi normal, ou alterado e se ele acontece quando o paciente está deitado, em pé ou em ambas as posições.

Portanto, o gastro possui inúmeras maneiras de identificar cada tipo de doença em sua área.

Conclusão

Por fim, pudemos ver o que é o gastroenterologista e o que esse profissional faz.

Se você possui algum incômodo constante nas áreas aqui citadas, então talvez esse acabe sendo o momento ideal para que você vá a um especialista.

Sendo assim, você pode achar esse profissional em clínicas e hospitais e também pela rede pública.

Conseguiu entender um pouco mais sobre a profissão e como ela funciona? Então comente aqui e compartilhe este artigo com outras pessoas para que elas também venham a conhecer um pouco mais sobre a área.

Fique atento para os sintomas da ansiedade e depressão

Sintomas da Ansiedade e Depressão

Muitas vezes os sintomas de ansiedade e depressão podem parecer semelhantes se vistos de longe.

Isso porque ambos tem uma relação muito próxima e até entender quais os efeitos que cada um causa na vida do indivíduo é um pouco difícil à primeira vista.

No entanto, é necessário esclarecer que apesar de serem semelhantes, ambos são transtornos completamente diferentes, mas um pode levar ao aparecimento do outro.

A abordagem para tratamento de ambas doenças também acabam sendo distintas. Se você quer entender melhor como as duas coisas aparecem e quais são as causas e tratamentos possíveis para cada uma, continue lendo este artigo.

Os Sintomas de Ansiedade e Depressão

Ansiedade e depressão são doenças experimentadas por mais de 300 milhões de pessoas em seu dia a dia, segundo a OMS.

No Brasil, mais de onze milhões sofrem desse mal. A ansiedade representou quase 10% da população em 2017.

Embora muitas pessoas achem que as duas doenças se manifestam ao mesmo tempo ou que são a mesma coisa, essas pessoas se enganam.

Isso porque apesar das duas serem transtornos mentais, cada uma tem uma causa e precisa de um tratamento diferente.

Saber diferenciar ambas as doenças é fundamental para poder recorrer ao tratamento ideal o quanto antes.

Isso porque tanto o desenvolvimento da ansiedade pode proporcionar a aparição da depressão, quanto a depressão pode proporcionar o aparecimento da ansiedade.

Saber diferenciar ansiedade e depressão é essencial para começar um tratamento
Saber diferenciar as doenças é essencial para começar um tratamento

Por isso é preciso muito cuidado para saber ajudar as pessoas que estão sofrendo com isso, ao entender mais sobre o que se trata cada uma delas.

O que é depressão?

Por se tratar de uma doença da mente, muitas pessoas tratam a depressão como algo irrelevante e não dão a ela o devido valor.

No entanto, desde os primórdios da humanidade a depressão é algo que já existia.

Com o passar do tempo e com as mudanças ao longo de nossa história, a depressão começou a ser mais evidenciada.

Por ser uma doença que não apresenta uma evidência física visível, muitas pessoas não tratam a depressão como uma doença perigosa.

No entanto, se não tratada, a doença pode manifestar uma série de alterações no corpo do indivíduo e o levar a desenvolver transtornos graves e prejudiciais à saúde.

A doença também pode se manifestar através de gatilhos externos. Por exemplo, uma pessoa muito estressada pode desenvolver sintomas de depressão caso ela seja predisposta a isso.

Outros fatores como:

  • Desequilíbrio metabólico;
  • Desequilíbrio hormonal;
  • Ambientes competitivos;
  • Falta de afeto;
  • Falta de empatia;
  • Traumas;
  • Entre outros.

Tudo isso contribui para que a depressão possa vir a acontecer.

Os sintomas mais comuns que pode-se perceber na depressão é:

  • Pensamentos negativos a todo instante;
  • Sensação de culpa;
  • Sentimento de inutilidade;
  • Autoestima baixa;
  • Tristeza;
  • Diminuição do prazer e de ânimo para atividades do dia a dia.

É muito comum ver que tem gente que acha que a depressão é apenas uma tristeza profunda que pode ser anulada com pensamentos positivos.

Mas a grande diferença entre tristeza e depressão, é que a tristeza é algo momentâneo, já a depressão é duradoura.

O que é ansiedade?

A ansiedade é um sentimento normal que todo mundo experimenta em algumas situações do dia a dia.

No entanto, ela pode virar uma doença quando ocorre de maneira frequente e vem a prejudicar tanto a saúde mental quanto física.

Sendo assim, ela passa a ser vista como uma doença mental e os sintomas mais comuns são:

  • Preocupações em excesso;
  • Medos exagerados;
  • Tensões;
  • Incapacidade de relaxar;
  • Sensação de que algo ruim vai acontecer;
  • Medo exagerado de alguma situação;
  • Medo de ser publicamente humilhado;
  • Falta de controle de atitudes e pensamentos;
  • Pavor em situações difíceis.

A ansiedade dificulta tarefas mais simples do dia a dia como falar em público, liderar uma situação, resolver algum problema, etc.

Assim, a pessoa sente tremedeiras, dores no estômago, diarreia, suadouro, taquicardia, respiração irregular, entre uma série de outros fatores.

Em casos mais graves, a pessoa chega a ficar incapacitada de realizar o que tem para fazer, prejudicando então sua vida no geral.

Diferenças entre os sintomas de ansiedade e depressão

Como dissemos, uma doença pode levar a outra. Sendo assim, o diagnóstico pode ser mais complexo do que se imagina.

Sendo assim, é necessário que para um diagnóstico preciso o paciente passe por consultas médicas com um psicólogo que poderá ajudá-lo a entender o histórico do paciente e o que vem causando esses gatilhos em sua vida.

Somente depois de algumas consultas é que o médico saberá diferenciar os sintomas de ansiedade e depressão e, assim, indicará o melhor tratamento para ambos os casos.

O tratamento mais indicado entre os médicos é, primeiramente, um acompanhamento psicológico junto com uma medicação específica.

Quem sofre de ansiedade ou depressão precisa de ajuda de pessoas próximas
Quem sofre de ansiedade ou depressão precisa de ajuda de pessoas próximas

A única diferença entre ambas as doenças é que a depressão geralmente é tratada com a ajuda de medicamentos em sua maioria.

Já quem tem ansiedade nem sempre precisa fazer uso de medicamentos pois só a terapia já causa um grande efeito na vida do indivíduo.

Em geral, pode-se dizer que tanto os sintomas de ansiedade e depressão precisam de um tratamento a longo prazo e uma atenção adequada para ambos.

Se você conhece alguém que está enfrentando uma dessas doenças ou ambas, é preciso ter muita paciência e, acima de tudo, oferecer empatia.

Isso porque principalmente a depressão é uma doença que deixa a pessoa muito melancólica e sem perspectiva de vida.

Todas as dores são muito intensas e parecem não ter solução.

Conclusão

É muito importante não banalizar os sentimentos de depressão e ansiedade.

Isso porque elas são doenças cruéis que mexem muito com o interior do indivíduo. Portanto, quem sofre com elas precisa de muito apoio para poder sair disso.

O tratamento psicológico é fundamental não só para tratar como também para prevenir o aparecimento desses sintomas de ansiedade e depressão.

É importante também não banalizar ou tratar com pouco caso, pois isso pode se tornar muito pior para pessoa que está sofrendo com isso.

Conseguiu entender a diferença entre depressão e ansiedade? Então nos diga aqui nos comentários e compartilhe este artigo com outras pessoas.

Para colocar em prática a gestão financeira de clínicas médicas é necessário que o responsável compreenda a importância dos recursos e sua alocação

A Gestão Financeira de sua Clínica Médica

A gestão financeira de qualquer lugar é vital para a sobrevivência do mesmo.

Muitas empresas acabam falindo por conta da má administração e pela falta de conhecimento em empreendedorismo.

Diversas pessoas acreditam que a medicina por si só já é o suficiente para que um profissional seja bem-sucedido. 

No entanto, para que isso aconteça é necessário que o profissional, além de suas especialidades, consiga também gerenciar seu espaço de trabalho.

Sendo assim, desde a primeira consulta até o acompanhamento do paciente, é fundamental que o médico e dono da clínica entenda os processos que envolvem ter um negócio próprio.

A Gestão Financeira de Clínicas

Todo estabelecimento precisa de um cuidado especial para que as finanças ocorram de maneira fluida sem que se acumulem dívidas.

Sendo assim, a gestão financeira de uma clínica é fundamental para seu funcionamento.

Apesar da palavra “gestão financeira” aparentar ser exclusiva do mundo dos negócios organizacionais, ela não se restringe somente a esse conceito.

Você deve praticar a gestão financeira mesmo sem ter conhecimento disso.

Por exemplo, quando você pensa no que vai fazer com o dinheiro do seu salário, você está exercendo a prática de controle que é uma das características que envolvem as funções da gestão financeira.

Quando se trata do fluxo de caixa de uma clínica ou um consultório, por exemplo, alguns itens a mais precisam ser levados em consideração para que a gestão financeira cumpra sua função.

A gestão financeira não é só importante para controlar o movimento de gasto, mas também para que você analise melhor os custos internos e faça um planejamento que tenha mais segurança em uma ação futura.

O que é Necessário para Gerir uma Clínica?

Para que se possa colocar em prática a gestão em uma clínica, é necessário que o gestor compreenda a importância que ela tem em primeiro lugar.

Sendo assim, será possível obter uma visão mais aberta do seu estabelecimento e assim, permitir que você possa ver e corrigir problemas que aparecem fazendo assim, com que você possa ter uma relação melhor com seus pacientes.

o controle de orçamento dentro de um cronograma faz parte da gestão financeira de clínicas médicas
É preciso haver um controle rígido sobre a execução do cronograma de pagamentos

Por exemplo, vamos imaginar que sua clínica no mês que passou, teve um aumento significativo no consumo de papel para impressão de prontuário.

Através dessa análise você poderá procurar outros métodos para realizar essa atividade sem que o custo se mantenha alto.

Sendo assim, você pode optar por recursos digitais. Graças a tecnologia, muita coisa dentro de uma clínica pode ter gerenciamento através de um único canal.

O recurso mais utilizado então nesses casos de gestão financeira é o sistema de gestão na nuvem.

Esse sistema é muito prático e simples e acaba facilitando não só a gestão da clínica em si, como a vida dos pacientes também.

Além disso, todas as informações ficam guardadas com segurança e podem ter acesso através de um celular onde quer que você esteja.

Qual a Vantagem da Gestão Financeira na Vida do Paciente?

Quando há uma gestão financeira bem organizada em um estabelecimento, em especial em clínicas, os reflexos disso acabam sendo notados.

Isso porque fica visível um atendimento mais organizado e voltado de maneira exclusiva para os cuidados da saúde do paciente.

E isso só é possível de se notar porque somente por meio de uma boa organização é que os consultórios passam a ter mais dinheiro em caixa para poderem investir em:

Uma internet mais rápida;

Ar condicionado;

Cadeiras de espera mais confortáveis.

Tudo isso acaba fazendo com que os processos de espera se acelerem, se tornem mais confortáveis e menos incômodos.

E isso é essencial de se investir pois os pacientes vão a um consultório em busca de um atendimento para alguma doença ou desconforto que estão sentindo no momento.

Sendo assim, para que o paciente se sinta acolhido é necessário investir não só nas habilidades do profissional mas também em um ambiente aconchegante para que seu desconforto não piore em um lugar precário.

Além disso, quando há uma boa organização financeira, é possível fazer com que a clínica invista em equipamentos melhores, podendo aumentar a clientela.

Como Entender e Aplicar a Gestão Financeira?

Algumas dicas acabam sendo necessárias para que a gestão financeira funcione. Por isso, veja abaixo o que é necessário.

1.Faça o planejamento de finanças de sua clínica

Fazer um levantamento de todos os gastos que seu consultório tem é fundamental para que você se organize e faça uma previsão de recursos que serão usados nos próximos meses.

Dentro desse planejamento é necessário incluir:

Gastos totais;

Contas de água;

Contas de luz;

Salário de funcionário;

Materiais para funcionamento;

Materiais para limpeza;

Itens de decoração;

Assinatura de revistas;

Bebidas disponíveis para consumo;

Tudo que gerar gastos.

Com esse planejamento montado acaba sendo possível ter uma previsão do cenário financeiro da clínica.

  1. Tenha objetivos para sua clínica

Ao realizar a gestão financeira e administrativa do local, se faz necessário pensar nas metas que se pretende realizar.

Sendo assim, faça o planejamento de onde pretende chegar daqui uns meses e analise se é necessário cortar alguns custos para que essas metas se realizem.

  1. Tenha um fluxo de caixa correto

O fluxo de caixa acaba sendo um dos fatores mais importantes para saber se um negócio está dando certo ou não.

Para que ele possa ocorrer de modo certo é necessário criar categorias e relatórios para poder apresentar os valores recebidos de:

Atendimento particular;

Atendimento por convênio.

Ainda, se faz necessário dividir as despesas entre dívidas fixas e variáveis.

Muitas empresas vão a falência por não levar a gestão financeira de clínicas a sério
Infelizmente, muitos jovens profissionais creem que basta um bom trabalho médico para garantir a sobrevivência de uma clínica

Dentro deste relatório é necessário que todos os gastos da clínica estejam descritos, desde valores de materiais até a compra de equipamentos, salário, despesas do dia a dia, entre outras despesas.

Conclusão

Como pudemos ver, muitos médicos acabam pecando na administração de suas clínicas por não possuírem os conhecimentos necessários.

Para que esse problema acabe sendo solucionado, existem algumas opções, como:

Fazer o planejamento financeiro;

Traçar metas;

Analisar os indicadores de desempenho;

Fazer fluxo de caixa;

Fazer a análise de custos da hora de trabalho;

Realizar a projeção de gastos e lucros;

Obter a ajuda de softwares.

Com esses fatores em vista, a organização fica muito mais fácil e simples de se fazer.

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A exaustão emocional é um dos pontos identificados na deterioração da saúde mental e física dos médicos

A Saúde Mental e Física dos Médicos

Os médicos são partes fundamentais em nossas vidas, mas você já parou para pensar sobre a saúde mental e física deles?

Não precisa nem dizer que a rotina dos médicos dentro dos hospitais é grande, certo? Inúmeros pacientes para atender, plantões com cargas horárias puxadas e uma série de atividades corridas que fazem com que os próprios médicos esqueçam de se cuidar.

Quando isso acontece na vida de um profissional, fica evidente a quantidade de transtornos que ele tem de enfrentar.

Inclusive, essa é uma pauta muito batida no Conselho Federal de Medicina (CFM) por ser algo tão frequente.

Veja neste artigo um pouco mais a respeito do assunto.

Saúde mental e física

Algo muito presente na vida de um médico são as consequências sobre sua saúde mental e física descuidada.

Uma dessas consequências é o recorrente aparecimento do burnout.

Trata-se como um caso de burnout toda pessoa que apresenta um estado de exaustão por conta de sua vida profissional e que gera para si altas doses de estresse.

O chamado burnout é o esgotamento completo mental e físico
O que caracteriza um burnout?

Geralmente as características principais de uma pessoa que apresenta o burnout são:

Cansaço emocional;

Despersonalização;

Diminuição da realização pessoal;

Diminuição de eficácia no local de trabalho.

Apesar de parecer apenas um sintoma de estresse em excesso, essa é uma síndrome que entra para a lista de doenças da OMS.

O que interfere a saúde mental e física dos médicos?

Como apontamos, o excesso de trabalho e as consequências provenientes dele causam uma série de mudanças na vida de um profissional. 

Por exemplo, a exaustão emocional é um dos primeiros pontos a ser identificado. Isso porque ela é mais fácil de se compreender.

A exaustão emocional está muito ligada a quantia excessiva de trabalho, tensão exagerada e sensação de que não há nada restante que possa ser feito.

Assim, há alguns casos que esses sintomas provocam nas pessoas um bloqueio em demonstração de compaixão.

Já a despersonalização é um sintoma que faz com que o médico não tenha sensibilidade com o próximo, e na maior parte das vezes esse próximo é o próprio paciente.

O que acontece quando isso começa a interferir na saúde mental e física do profissional é que ele acaba objetificando o paciente e constrói uma relação de desapego com eles.

Geralmente os médicos que sofrem com a despersonalização, resumem o paciente ao seu diagnóstico. Então, por exemplo, se alguém chega até ele com problemas de depressão, o médico irá se referir a esse paciente como “a deprimida”.

Em questão profissional, isso tem graves consequências e pode levar o médico a um afastamento de suas atividades.

Há ainda, dentro do burnout, a sensação de ser incapaz, ineficiente, falta de satisfação com a profissão, etc.

Em geral, os médicos que sofrem com essa doença podem ter a sensação de que estão trabalhando mais do que seus colegas e que a divisão do trabalho está sendo algo injusto e que ele não tem o reconhecimento que merece.

Viver em conflito entre a vida profissional e pessoal é algo muito recorrente para esses profissionais.

Até que ponto o burnout é um problema?

A síndrome de burnout, que ataca a saúde mental e física dos médicos, é vista como um problema desde que ela é diagnosticada.

Essa doença se mostrou mais aparente em médicos que trabalhavam em emergência e nos setores de terapia intensiva.

Estima-se que 45% dos médicos com mais de 11 anos de carreira já tenham sofrido com burnout
É preciso buscar ajuda para cuidar da própria saúde

Constata-se que pelo menos 45% dos médicos já apresentaram algum dos sintomas de burnout.

A síndrome é mais aparente quando  o médico já tem mais de 11 anos de carreira, pois já está começando a ficar mais desgastado com a profissão.

Essa é uma doença que pode atingir qualquer profissional que trabalha sob muita intensidade.

No entanto, ela é muito mais comum de ser desenvolvida em profissionais de saúde ou que prestam serviço público.

Uma das razões que explicam essa doença aparecer tanto na área médica, se dá pelo fato de que o profissional geralmente se dedica extremamente para entregar um trabalho eficiente.

Sendo assim, eles acabam não só idealizando demais a profissão como impondo um nível de perfeccionismo extremo.

Portanto, há um desequilíbrio visível em profissionais que dedicam suas vidas à profissão e acabam comprometendo o lado pessoal, não entregando o devido cuidado para si próprio.

Há um motivo em específico para que os médicos sofram com esse problema?

Os motivos para o aparecimento do burnout geralmente acabam sendo sempre os mesmos:

Muito estresse;

Falta de organização;

Desequilíbrio entre vida pessoal e profissional;

Entre outros fatores.

O número de horas trabalhadas também acaba tendo uma ligação com a síndrome.

Portanto, tudo que há um desequilíbrio é uma brecha para fazer com que esses sintomas apareçam.

A vida pessoal de um profissional da saúde também pode ser cheia de tarefas, principalmente se esses profissionais possuem filhos.

Cuide de sua saúde mental e física para trabalhar melhor
Evite chegar a extremos no trabalho para não afetar sua saúde mental e física

Então, por se encontrarem tão sobrecarregados com seu trabalho, os afazeres pessoais acabam ficando de lado e as atividades familiares acabam sendo interrompidas.

Sendo assim, um profissional da saúde antes de entregar qualidade de vida para um paciente, deve compreender que para que isso aconteça, sua saúde física e mental devem estar em dia.

O burnout é uma doença que se não cuidada, pode levar o profissional a ter que se afastar de suas atividades e até mesmo mudar de profissão.

Isso pode levar a outras consequências como conflitos familiares, uso abusivo de álcool e outras drogas, desenvolvimento de transtornos depressivos, e uma série de outros graves fatores.

Há vários modos de se prevenir contra a síndrome. A primeira é a conscientização sobre sua existência e a outra é cuidando do seu lado pessoal.

Sendo assim, um médico deve ter:

Uma rotina pré-definida;

Cuidados psicológicos;

Atividades paralelas de lazer;

Tempo de qualidade para si e para sua família.

Conclusão

A saúde mental e física dos profissionais da saúde é muito importante para que eles desempenhem um bom trabalho.

Sendo assim, é fundamental que o profissional entenda suas necessidades e consiga manter o equilíbrio em sua saúde.

A saúde mental na área da medicina é totalmente necessária tanto para os médicos quanto para os pacientes.

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Cuidado com seu plano de saúde

Planos de saúde: conheça os riscos da verticalização

Um movimento que tem feito parte da área há bastante tempo é a verticalização da saúde. Mesmo que os planos de saúde mantenham reunidos em uma mesma organização clínicas, hospitais, laboratórios, dentre outros serviços, há impactos que precisam e devem ser considerados quando o assunto é a jornada de trabalho da equipe médica e os pacientes.

Continue a leitura do nosso artigo para entender os riscos e desvantagens com a verticalização da saúde e as dificuldades que isso traz para a gestão.

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Gestão da agenda médica: conheça as melhores prática para manter a sua rotina organizada

Os planos de saúde e a verticalização 

O fenômeno de tomar conta dos próprios serviços, a chamada verticalização da saúde, está em crescimento acelerado. Os planos de saúde do país têm encontrado vantagens em fazer disso uma prática comum e têm investido recursos  para tornar isso uma realidade.

No entanto, algumas questões se sobressaem com essas medidas. Como fica a qualidade da assistência ao paciente e quais resultados econômicos são alcançados? São questões que devem, acima de tudo, ser respondidas com base na realidade de cada estabelecimento de saúde.

Para entender melhor, vamos fixar que a verticalização na saúde costuma ocorrer em dois cenários:

1) Quando os hospitais criam seus próprios planos de saúde para atender às próprias demandas; 

2) Quando as operadoras de saúde investem na construção ou na aquisição de hospitais, laboratórios e afins para criar sua própria rede e assim prestar serviços aos seus usuários.

Independentemente do cenário, o fato é que apesar de ter vantagens nesse tipo de prática, a verticalização da saúde precariza a relação entre prestador de serviço e cliente. Qualquer decisão nessa área precisa de uma estratégia eficiente e responsável para evitar o colapso. 

Desvantagens da verticalização e os planos de saúde

Importante frisar que nesse modelo de negócio existe uma rede própria para todos os serviços de atendimento ao paciente. As consultas, exames, urgência, emergência, internação, cirurgia e outros procedimentos médicos podem ser oferecidos aos beneficiários sem que isso tenha custo maior para o público que paga e mais controle sobre os procedimentos na gestão.

Mesmo que soe vantajoso, confira os riscos.

Queda no preço de mercado

Sim, os valores caem bastante quando isso acontece. Ainda que seja atrativo para o público, sob a ótica da gestão hospitalar um preço pouco competitivo é perigoso. Por haver mais controle sobre as despesas e sobre o índice de sinistralidade, é possível oferecer valores mais baixos para o consumidor final. Então o reajuste periódico de mensalidades é afetado diretamente.

Por isso é preciso que haja um estudo fundamentado para que a gestão financeira não seja impactada negativamente. Além disso, deve ter uma estratégia focada para o aumento de venda de planos de saúde e na tabela de valores mais vantajosa para o público, levando em consideração os fatores já conhecidos pelo mercado como faixa etária, tipo de contrato e de cobertura, abrangência e acomodação. Nem sempre é possível montar uma tabela com um leque de possibilidades que atenda às necessidades do beneficiário.

Perda de flexibilidade 

Flexibilidade econômica e produtiva ficam comprometidas com a verticalização. A partir do momento que ser sustentável é uma ótima saída para concentrar os recursos em sua própria organização, se houver mudanças ou crises na área da saúde, suas estratégias de reação podem ser prejudicadas por estarem atreladas a uma só área.

Aumento de custos

Quando ocorre a verticalização dos serviços das operadoras é muito comum que a aquisição de insumos por fornecedores externos seja deixada de lado.

No momento de queda no mercado, quando a matéria-prima cai de preço em relação aos produtos finais. No caso dos estabelecimentos que são integrados ou verticalizados fica mais difícil conseguir vantagens na compra de insumos direto dos produtores – que têm preços mais baixos que o valor de produção.

Jornada de trabalho da equipe médica

Quando as operadoras passam a ter controle sobre a jornada de trabalho da equipe médica, isso representa uma ameaça para o mercado de trabalho, pois as relações se tornam mais difíceis, uma vez que ainda não há padrões estabelecidos entre prestador de serviço e operadoras. 

Isso porque a Agência Nacional de Saúde Suplementar – ANS, entidade que regula os planos de saúde no país, e profissionais da saúde ainda precisam encontrar uma forma em comum de oferecer um atendimento de qualidade com foco na saúde do paciente atrelado à lucratividade e crescimento que o setor precisa.

Poder de escolha dos pacientes

A liberdade de escolha por parte dos pacientes é outra vertente a ser afetada com a verticalização. Isso o impede totalmente de optar pelo profissional que vai cuidar da sua saúde, pois ele fica dependente daquela rede credenciada.

O cliente que contrata uma rede de grande abrangência não pode ter sua rede encolhida sem justificativa, e isso é um direito garantido por lei. Qualquer verticalização deve ter como princípio uma qualidade excepcional de serviços próprios para compensar.

Gostou do nosso conteúdo? Com o artigo você pode entender melhor como os planos de saúde atuam na verticalização dos serviços e o que isso acarreta para os médicos e pacientes. E isso influencia diretamente na gestão do estabelecimento de saúde. Por falar nisso, sugerimos a leitura do nosso material sobre Gestão financeira de clínicas médicas.

A alimentação contra o câncer se baseia na ingestão regrada e correta de certos tipos de alimentos que auxiliam na formação de um corpo mais forte tanto para o tratamento quanto prevenção

Alimentação contra o câncer: 12 dicas para prevenir essa condição

A alimentação pode ser uma grande aliada contra o câncer, tanto na sua prevenção, como durante o seu tratamento.
Ter uma boa alimentação significa deixar o seu corpo mais saudável, e consequentemente mais forte.
Portanto, um corpo mais forte tem mais chances de enfrentar um tratamento de câncer, que pode ser muitas vezes agressivo.
Então, continue lendo para saber as principais dicas de alimentação contra o câncer.

A importância da alimentação contra o câncer

Quando alguém é diagnosticado com câncer, a primeira coisa que vem na cabeça é o tratamento. Ou seja, o que a pessoa precisa fazer para se curar.

aprenda mais sobre a alimentação contra o câncer
Aprenda mais sobre a importância da alimentação contra o câncer

O tratamento irá depender do tipo de câncer e do estágio da doença, podendo ser necessária cirurgia, quimioterapia, radioterapia, e por aí vai.
Além do tratamento, a alimentação é muito importante no combate ao câncer e merece uma atenção especial.
Primeiro, porque dependendo do tratamento, são grandes as chances de o paciente acabar se desnutrindo durante esse tempo.

O tratamento pode ter muitos efeitos adversos, como enjoo por exemplo, que faz com que a pessoa fique mais fraca.

Com isso, a capacidade de enfrentar o tratamento de maneira saudável vai diminuindo, e a pessoa se torna mais vulnerável.

Além disso, alguns tratamentos podem gerar um aumento de peso. De qualquer maneira, isso pode afetar a sua saúde.

Por isso, a alimentação durante esse enfrentamento ao câncer é muito importante, para que o seu corpo esteja preparado e forte para passar por um tratamento, que muitas vezes é agressivo.

Se você é muito próximo de alguém que está enfrentando essa dieta, procure o incentivar a ter uma alimentação saudável.

Em geral, as pessoas podem se sentir sem disposição para comer bem, e o apoio da família e amigos nesse momento é fundamental para a saúde do paciente.

Por isso, garanta que o paciente tenha uma alimentação balanceada e bem nutritiva durante esse período.

Em alguns casos, vai ser necessária uma dieta específica de acordo com a reação que o paciente tem ao tratamento.

Por isso, é muito importante também que um nutricionista sempre acompanhe esses efeitos, indicando a melhor alimentação para o paciente.

Nesse momento, estar ao lado do paciente é essencial para observar como ele está reagindo.

Dicas de alimentação contra o câncer

Então, separamos uma lista com 12 dicas para você ajudar a pessoa que ama a passar por esse momento da melhor maneira possível, usando a alimentação contra o câncer.

Fique por dentro dos 'super-alimentos' que ajudam tanto na prevenção quanto no tratamento contra o câncer
Fique por dentro de alimentos que ajudam tanto na prevenção quanto no tratamento contra o câncer

1. Alimentação deve ser feita de 3 em 3 horas

A primeira dica é que o paciente coma de 3 em 3 horas. A ideia é fortalecer o organismo e não ficar fraco em nenhum momento.
Por isso, o ideal é que durante o seu dia o paciente realize as refeições principais, café da manhã, almoço e janta, e entre elas um lanche para nunca ficar com fome.

2. Coma bastante frutas

É importante focar em alimentos leves durante o tratamento. Pois, o paciente pode sentir muita náusea.
Além disso, as frutas, em geral, são bastante nutritivas. Por isso, recomenda-se que todo dia você consuma pelo menos 3 porções de fruta.

3. Beba muito líquido

Beber muito líquido é fundamental para deixar o corpo forte durante esse momento que pode enfraquecer.
Portanto, se você está apoiando alguém que está passando por um tratamento de câncer, não esqueça de sempre lembrar de beber água.

4. Aposte nos alimentos integrais

Você quer alimentos de fácil digestão e saudáveis, para não ter nenhum efeito colateral no seu corpo.
Por isso, trocar as versões convencionais do alimento pela sua versão integral é uma excelente opção.

5. Caso sinta muita náusea, aposte em alimentos leves

Como foi falado anteriormente, é muito importante tomar cuidado com o que o paciente consome.
Portanto, se houverem muitos casos de enjoo ou náusea, o recomendado são alimentos com cheiro fraco e porções fracionadas.
Além disso, uma boa opção pode ser também consumir alimentos secos nesses casos, com torradas ou biscoito polvilho, que são de fácil digestão.

6. Evite consumir alimentos gordurosos

Naturalmente, comidas muito gordurosas, como frituras, devem ser evitadas nesse período, pois podem ser prejudiciais ao tratamento.

7. Pode ser necessário tomar suplementos nutricionais

A necessidade de suplementos deve ser indicada pelo nutricionista que está realizando o tratamento.
Mas, é muito comum ser necessária uma suplementação, uma vez que muitas pessoas ficam enjoadas e não conseguem consumir tudo que precisam para o corpo ficar forte.

8. Consuma uma boa quantidade de proteína

Muitos tratamentos podem ter como consequência uma significativa perda de massa muscular, tornando o paciente mais frágil ao tratamento.
É importante ter alimentos como peixe, ovo e frango na sua alimentação diária, garantindo uma boa quantidade de proteína no seu organismo.

9. Caso tenha feridas na boca, prefira alimentos macios e líquidos

Um dos efeitos colaterais de muitos tratamentos de câncer é a boca seca e rachada, podendo gerar problemas na região.
Caso isso esteja acontecendo, passe, por um tempo, para os alimentos líquidos e mais macios.

10. Limpe bem os alimentos

É um momento sensível para o organismo do paciente. Portanto, é preciso todo cuidado para não ter uma infecção ou outros problemas.
Por isso, é importante limpar bem os alimentos que o paciente irá consumir, devido a sua baixa imunidade no momento.

11. Consuma alimentos ricos em gordura boa

A gordura boa, encontrada no abacate, no azeite extra virgem, e em muitos outros alimentos, pode ser benéfica para quem está no tratamento contra o câncer. Pois, essas gorduras protegem o nosso sistema cardiovascular e estimulam o funcionamento do cérebro.

12. Prefira alimentos fáceis de mastigar

É recomendado o foco em alimentos como purê, seja de frutas, legumes ou batata, por serem alimentos fáceis de mastigar.

Conclusão

Então, se você está apoiando alguém nesse momento que está passando por um tratamento, já sabe como ajudar com a alimentação contra o câncer.

Nunca é tarde para iniciar uma alimentação mais rica em nutrientes necessários para tornar seu corpo mais forte contra os males do câncer
A alimentação contra o câncer é torna seu corpo mais forte. Seja na prevenção ou se já se já está na fase de tratamento

Faz parte do apoio o incentivo a uma boa alimentação, e o acompanhamento dos efeitos colaterais do tratamento, que podem afetar a saúde do paciente.
Por fim, se esse artigo foi útil para você, deixe aqui seu comentário.

A oncogeriatria busca não apenas curar o idoso do câncer, mas ter um cuidado maior com o paciente

‘Oncogeriatria’: a Oncologia aliada da Geriatria

Na hora de procurar um bom tratamento de câncer para um familiar que já está na terceira idade, a oncogeriatria é muito importante. 

Pois, idosos possuem necessidades diferentes de acordo com os seus demais problemas de saúde. 

Afinal, uma pessoa da terceira idade já tem outros problemas, naturalmente, e, portanto, o seu tratamento não deveria ser igual ao tratamento de uma pessoa jovem com a mesma doença. 

E ter um parente diagnosticado com algum tipo de câncer pode ser muito difícil para todos que são próximos do paciente. 

Por isso, é preciso procurar uma abordagem de tratamento que mostre o seu apoio e que ajude o paciente a superar essa doença.

O que é a oncogeriatria?

O tratamento de câncer nunca é fácil, seja para o próprio paciente, ou até mesmo para a sua família que acompanha toda a luta. 

Mas, quando falamos de idosos diagnosticados com algum tipo de câncer, o seu tratamento acaba sendo diferenciado, pela maior vulnerabilidade desse grupo. 

Antes de mais nada, é importante entender que o tratamento de câncer pode comprometer muito a qualidade de vida do paciente. 

Então, quando esse paciente é um idoso, a questão é ainda mais complicada, por já ter uma tendência maior a ter uma qualidade de vida mais frágil. 

Portanto, se algum familiar seu idoso for diagnosticado com câncer, saiba que ele precisará de um tratamento de excelência.

Infelizmente, cada vez vemos mais idosos acima dos 60 anos de idade sendo diagnosticados com algum tipo de câncer, sendo um dos mais comuns o câncer de próstata. 

Portanto, a oncogeriatria é a área da oncologia, ou seja, do estudo e tratamento de câncer, voltada especificamente para a terceira idade.

Não se trata de uma especialidade formal da medicina, mas da junção da oncologia com a geriatria.

Esse tipo de tratamento busca não apenas curar o idoso do câncer, mas ter um cuidado maior com o paciente, de maneira multidisciplinar. 

Portanto, é uma opção que você deve considerar se está buscando um bom tratamento para o seu pai, avô ou qualquer pessoa que você ame e seja da terceira idade. 

Esse tipo de abordagem irá tentar unir os desejos do paciente e da sua família, a melhor opção de tratamento do câncer para garantir a qualidade de vida. 

Quanto mais velho for o paciente, mais chance dele já ter outros problemas além do câncer, o que pode dificultar um pouco o tratamento. 

Por isso, essa área da medicina irá buscar uma solução que seja eficiente de acordo com as condições específicas de saúde do paciente.

Como é o tratamento da oncogeriatria?

A oncogeriatria, depois de diagnosticado o tipo de câncer e o estágio do tumor, irá fazer uma série de avaliações no paciente. 

Essas avaliações terão como objetivo avaliar a saúde geral do paciente, para tornar mais fácil a decisão do tratamento ideal. 

Portanto, o médico irá pedir alguns exames, como por exemplo, uma análise nutricional do paciente, através de exames de sangue. 

Além disso, serão testados problemas cerebrais e de cognição, como perda de memória, por exemplo, e possíveis problemas psicológicos e no humor. 

Ainda, alguns testes que determinam o risco de queda do idoso, a partir de uma análise de equilíbrio. 

E claro, devem ser levadas em consideração qualquer doença prévia ou comorbidade, como por exemplo, diabetes, que é muito comum em idosos. 

Quando o médico busca fazer essa análise, também é levado em consideração a independência do paciente e o apoio dos familiares nas atividades diárias. 

Por isso, é muito importante que você, como familiar, esteja presente nessas consultas para auxiliar na escolha do tratamento. 

Por último, são analisados também os medicamentos tomados pelo idoso. E tudo isso é levado em consideração para montar um plano de tratamento que seja viável de acordo com as condições de saúde do paciente.

O tratamento do paciente na oncogeriatria também leva em conta aspectos psicológicos em sua abordagem
O tratamento do paciente na oncogeriatria também leva em conta aspectos psicológicos em sua abordagem

Portanto, tudo isso é feito por uma equipe multidisciplinar, uma vez que deve envolver diversos profissionais, o oncologista, o geriatra e outros, como nutricionista, farmacêutico, psicólogo, e muitos outros. 

Com isso, o idoso poderá receber o tratamento adequado de acordo, não só com o seu tumor ou tipo de câncer, como com as suas condições físicas e mentais.

Como encontrar um bom tratamento de oncogeriatria?

Se você está procurando um bom atendimento médico e oncológico para o seu familiar, é normal ter dificuldade de achar. 

Afinal, quando se trata de alguém que amamos, somos exigentes, pois queremos garantir o melhor tratamento possível. 

Antes de mais nada, só de mostrar para o idoso que você está ali com ele, para o apoiar durante todo esse processo, já ajuda no tratamento. 

Pois, principalmente em idosos, a questão psicológica pode afetar muito negativamente o resultado do tratamento contra o câncer. 

Mas, além disso, é preciso achar uma boa equipe de oncogeriatria para definir junto com a família uma boa opção de tratamento. 

A Oncológica do Brasil tem uma excelente equipe de oncogeriatria, realizando serviços personalizados, como home care oncológico, que permite maior participação da família no processo. 

Com uma equipe multidisciplinar, oferece um tratamento de excelência contra o câncer, em todas as fases da ciência e no conforto da sua casa. 

Além disso, é uma boa opção para quem está com dificuldade de achar serviços por perto, pois está em praticamente todos os estados do Brasil e aceita os principais convênios. 

Portanto, o tratamento do câncer no idoso deve ser feito pensando não apenas na cura, mas como na garantia do bem-estar e da qualidade de vida do paciente, o que torna o tratamento mais eficaz. 

Conclusão

Portanto, agora que você entendeu o que é a oncogeriatria, está na hora de começar a fazer os exames e análises e iniciar o tratamento. 

Pois, na maioria dos casos de câncer, quanto mais cedo você começa o tratamento, maiores as chances de cura. 

Além disso, se você possui um familiar diagnosticado com câncer, parte do tratamento vai ser o seu suporte emocional.

Quanto mais cedo o quadro de câncer for detectado, maiores são as chances de recuperação do paciente
Quanto mais cedo o quadro de câncer for detectado, maiores são as chances de recuperação do paciente

Principalmente quando falamos de idosos, que já possuem uma maior sensibilidade e já são mais recorrentes problemas psicológicos como ansiedade e depressão.

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